Bem normal…
É carnaval galera!
08/02/10
Começamos a semana bem, aqui em Florianópolis, com seu tradicional e animadissimo carnaval do Bloco do Zé Pereira, logo ali no ribeirão da ilha, pra chega la é so seguir reto toda vida deixa o carro bem antes, e vai caminhando enquanto aproveita a maravilhoisa vista do mar e de muitas bundas e peitos que passam.
Tomando um cervejinha gelada, pra refrescar o sol escaldante que esta terra nunca teve igual. A hora que chegamos o bloco já tiha terminado, mas ainda tinha um showzinho na beira da praia e onde podiamos aproveitar um banho de mar, um por do sol bem diferente, já que la o sol se poe em frente a praia.
Muitas mulheres bonitas galera procurando so diversão e nao ocorreu nenhuma briga, que eu vi.
É isso ai semana que vbem tem mais !
Novos rumos 2010
08/02/10
Dois mil e dez esta ai e já estamos no carnaval, um ano bem forte pra mim, muitas coisas mudaram, eu realmente posso dizer “ano novo vida nova”, talvéz nem toda mas em muitas coisas sim.
Resolvi meio na loca sair de casa, to rachando um cubibulo com um amigo, dois nerds, viciados em computador com um projeto na cabeça e um ojetivo de conclui-lo o mais rápido possivel.
Comecei em um trampo novo, que esta sendo um retorno a estabilidade financeira, e segurança.
E infelizmente tranquei a faculdade, mas não dava pra conciliar tudo, mas ainda bem que nao preciso abrir mão dos amigos que fiz la.
Meu projoto esta preste a se tornar realidade, acredito que dentro de dois meses teremos um sistema piloto que algumas empresas já estarão utilizando.
UMA PIADA PARA ROBIN WILLIANS Por Danilo Gentili
04/02/10
Recebi este texto por email e depois fui verificar no blog dele.
Muito bom Gentili
Uns anos atrás os Simpsons vieram pro Brasil. Homer foi sequestrado. Bart ficou excitado com a loira de shorts enfiado na bunda que apresentava um programa infantil na TV. O menino pobre que a Lisa ajudou não tinha o que comer mas estava muito feliz desfilando no Carnaval.
Esses dias Robin Willians falou: “Claro que o Rio ganhou de Chicago a sede das Olimpíadas. Chicago levou Michele e Oprah e o Rio levou 50 strippers e 500g de cocaína”.
Eu ri!
Advogados, autoridades e populares manifestaram suas revoltas nos dois casos. Eles não se revoltam, não se mobilizam, não processam, não abrem inquéritos, não fazem passeatas quando o sequestro, a loira vagabunda apresentadora de programa infantil, a idiotice do carnaval, o tráfico de drogas e a prostituição acontece na vida real bem debaixo dos nossos narizes. Eles se revoltam só quando usam isso pra fazer piada.
A piada realmente boa sempre ofende alguns e mata de rir outros por um motivo simples: A boa piada sempre fala de uma verdade. Num País onde aprendemos a mentir, enganar, roubar, tirar vantagem desde cedo a verdade não diverte. Assusta. O cara engraçado pro brasileiro é sempre aquele que fala bordões manjados, dá cambolhatas no chão em altas trapalhadas, conta piadas velhas, imita o Silvio Santos ou faz um trocadilho bobo mostrando ser um ignorante acerca dos assuntos. Esses bobos passivos nos deliciam porque não incomodam ninguém! Ao contrário! Demonstram ser verdadeiros tolos, dando a nós, um povo de baixa-estima, a sensação que somos superiores a eles. Adoramos isso! Odiamos mesmo o cara que faz um gracejo com uma verdade inconveniente. Pro brasileiro isso é como o alho pro vampiro. Esse cara merece ser execrado. Brasileiro odeia a verdade.
O brasileiro é uma gorda de 300 kilos que odeia ouvir que é gorda. Ela faz um regime pra parar de ouvir isso? Não! Regime e exercicio dá muito trabalho. É mais fácil ir no shopping, comprar roupa de gente magra, vestir e depois acomodar a bunda na cadeira do McDonalds. O problema é que nem todo mundo é obrigado a engolir que aquela fábrica de manteiga é a Barbie só porque está com a roupa da Gisele Bundchen. Então é inevitável que mais hora menos hora alguém da multidão grite: “Volta pro circo!” ou “Minha nossa! É tão gorda que a Endoscopia dela vai ter que ser uma produção de Steven Spielberg!”. Então a gorda chora. Se revolta. Faz manha. Ameaça. Processa. Porque, embora ela tentou se vestir como uma magra, no fundo a piada a fez lembrar que ela é mais gorda que a conta bancária do Bill Gates. A auto-estima dela tem a profundidade de um pires cheio de água.
Ao invés de dizer que Robin Willians tem dor de corno, o prefeito do Rio devia primeiro cuidar da sua dor de mulher de malandro. Sabe? Mulher de malandro sim, aquela que apanha, apanha, apanha mas engole os dentes e o choro porque acha que engana a vizinha dizendo: “Eu tenho o melhor marido do mundo”.
Advogados que já são alvos de piadas por outros motivos deveriam evitar pegar um caso onde se processa um humorista por uma piada. Na verdade, no caso do Robin Willians ao invés de processo deveriam enviar pra ele uma carta de gratidão. Pense que ele estava num dos melhores programas de TV e só falou de puta e cocaína. Ele poderia ter falado por exemplo, que o turista que vier pra Olimpiadas se não for roubado pelo taxista será no calçadão. Poderia também ter dito que o governo e a polícia brasileira lucram com aquela cocaíca do morro carioca que ele usou na piada. E se ele resolvesse falar algo como: “As crianças do Brasil não assistirão as Olimpíadas porque estarão ocupadas demais se prostituindo”? A.. E se ele resolvesse lançar mais uma piada do tipo: “Brasileiro é tão estúpido que se preocupa com o que um comediante diz, mas não se preocupa no que o político que ele vota faz”?
Muitas são as piadas que poderiam ter sido feitas. Quem é imbecil o suficiente para se incomodar com piada, não seja injusto e agradeça Robin Willians porque ele só fez aquela.
E depois brasileiro se acha no direito de fazer piada dizendo que o Português é que é burro.
Fonte: Denilo Gentili do seu blog http://danilogentili.zip.net/
Experiência socialista
19/01/10
Não se aplica a tudo mas é interessante ver como em alguns casos isso se aplica.
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo. ‘
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.”
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas. ‘ Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um “A”…
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”.
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
“Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”
“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
Adrian Rogers, 1931
Buenos Aires vol 2
01/01/10
Anoitece em Rosário, estamos, eu e minha mãe preparando as malas para irmos as praias Argentinas, e uma mochila para antes irmos à Buenos Aires, iríamos um dia entes de minha irmã para fazermos um city tour e apresentar a cidade para minha mãe. A noite parecia longa e custei a pegar no sono.
A seis horas da manha acordo para ir até a rodoviária de Rosário onde pegaríamos um ônibus e em quatro horas chegaríamos a Buenos Aires. A rodoviária não bem normal, lojinhas, bancas, cafés e uma zona de gente indo pra lá e pra cá. Às oito horas embarcamos sem maiores problemas, um ônibus novo e confortável com apenas três colunas de cadeiras, uma na direita e duas à esquerda, e com um bom espaçamento entre as fileiras, e o melhor um apoio de braço para cada poltrona (risos), e para finalizar ganhamos um lanchinho para a viagem, e tudo isso à sessenta e oito pesos.
Agora chega de cidade organizadinha e calma, chegamos em Buenos Aires pela região do porto, uma zona um poço caótica e não tão bonita como as áreas turísticas. Da rodoviária até o departamento (apartamento) levamos uns quinze minutos de taxi, alias vale a pena muito pegar taxi nesta cidade, mas mesmo assim é bom você conhecer um pouco o mapa cidade e pagar o taxi já com as notas mais certinhas, sem notas grandes.
Parada rápida no apartamento, seguimos para comer, e infelizmente tivemos uma escolha infeliz, mas tudo bem passou já foi. Eu estava um pouco desanimado tudo parecia que íamos dar uma volta nas lojas e voltar para o apartamento, mas minha mãe foi insistente e no susto pegamos um taxi e fomos para a Ricoleta, aonde iríamos ao Museu de Belas Artes de Buenos Aires, enquanto isso caia uma fina chuvinha que não molhava ninguém, e até era boa porque o calor estava de matar.
Descemos bem em frente ao Buenos Aires Design, um shopping de objetos de design e decoração, e onde fica o Hard Rock Café, isso já me anima um pouco mais, pois queria ter visitado este lugar na outra vez que vim.
Made in China manda! Design tudo feito na china, bom se é pra comprar produto chinês compro no Brasil, nada de compras de coisas estilosas por enquanto, e ainda mais que tudo muito caro, coisa pra turista.
A chuva aumenta um pouco, mas ainda sim tínhamos que ir ao local que minha mão queria ver, o museu. Em uma entrada grandiosa de uma construção avermelhada, adentramos no MNBA, minha mãe neste momento entra em estado hipnótico como uma criança num parque de diversões, no primeiro andar ela se emociona ao poder ver de perto obras de Monet, Hambrant, Van Goth, entre outros tantos artistas que ela admira muito, chego a ver lagrimas os olhos dela, ela olha de um lado a outro sem parar, mas admira cada obra em todos seus detalhes. Estava quase saindo, eu já cansado de caminhar, minha mãe acha no segundo andar mais obras, agora de artistas Argentinos.
Tudo isso se passou e eu estava com so uma chateação, havia saído de casa sem minha câmera fotográfica, que raiva, terei que amanha ir lá novamente só para tirar fotos de novo.
Estou eu aqui novamente escrevendo este texto sem internet, sem me comunicar, sem ler meus emails.
Feliz natal
26/12/09
Eu aqui num café proximo a casa de minha irmã, apos uma comemoração de natal a moda argentina, e um boliche (é balada, não jogo de boliche) que foi até as 6:30 da manha, normal aqui na Argentina, afinal elas começas as 3 horas.
As comemorações natalinas aqui são muito animadas e comemoradas, solta-se fogos, convidam-se todos para a festa, caso você não tenha onde passar com certeza alguem lhe convidará para passar o natal com eles.
Isto aconteceu comigo, passei o natal, na casa dos tios, do cunhado do meu cunhado, heheehhe.
Passeio à cidade de Vitoria, província de Entre Rios
23/12/09
Após uma tentativa frustrada de ir a um lago, para praticar kitesurf, por motivo de um protesto que interrompeu a autoestrada, fomos então à cidade de Vitoria na província de Entre Rios a mais ou menos 70 km de Rosário. Uma cidade agrícola, e pacata e muito tranqüila. Almoçamos as margens da praça central, onde ficam, prefeitura, delegacia, igreja e tudo mais que cerca uma praça de cidade pequena, como no Brasil.
Depois disto fomos até a fazenda que era do tio do Carlos, que ele já não visitava à aproximadamente dez anos. O acesso era de uma rua de terra dura, porém ao menos sinal de chuva Iris se tornaria uma lama digna de um bom ralye.
Depois de três porteiras, encontramos o agricultor que hoje cuida da propriedade, um velho amigo de Carlos, senhor típico com um espanhol incompreensível, até para o Carlos. Entramos à fazenda onde eram criados cavalos, ovelhas, gado dois simpáticos cachorros que estavam alegres com nossa visita. Enquanto Carlos conversava, eu fui tirar muitas fotos, e consegui umas que gostei muitos, principalmente umas do cavalo e outra de uma ovelha que parecia parada posando para a foto. Muito engraçado foi ver uma ovelha que mais parecia um cachorro, possuía um rabo longo e uma cara redonda.
Com a ameaça de chuva, mas daquelas tempestades de verão, decidimos melhor pegar a estrada novamente e voltar para Rosário, eu não agüentei e dormi parte da viagem.
Quando acordei, estávamos em Rosário novamente, em uma praia de rio onde parecia ser o poit de verão de muitos aqui da cidade, era até que bem parecido com uma praia mesmo, certo não estou comparando com as de Florianópolis.
Fim do dia mais uma comprinhas, estoi virando un arrentino … se bem que tem gente que diz que já sou.
Fotos: http://picasaweb.google.com/arielp83/VitoriaArgentina
Caminhada pelo rio em Rosario
22/12/09
Um sol de rachar, mas resolvi dar uma volta pelo rio, as 8:30 sai do apartamento da minha Irma, munido de minha câmera.
Fiz um trajeto de 2,4km
Muitas obras estão feitas para reconstrução do molhes do rio, e muita coisa já foi construída ou reformada. Há muitos bares e restaurantes, todos com suas mesinhas na rua, em uma área sempre muito bem cuidada.
Caminhei até o monumento da bandeira, uma construção romana colossal, em mármore, com duas fontes, e uma pira. Em torno deste monumento existem outras construções antigas.
Agora atarde vamos à uma lagoa perto de Rosário, o Carlos esta querendo abrir seu equipamento de kite novo, e vou ter umas aulinhas iniciais do esporte, vamos ver se eu tenho a manha mesmo.
Mais fotos:
http://picasaweb.google.com.br/arielp83/Rosario2009

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