Anoitece em Rosário, estamos, eu e minha mãe preparando as malas para irmos as praias Argentinas, e uma mochila para antes irmos à Buenos Aires, iríamos um dia entes de minha irmã para fazermos um city tour e apresentar a cidade para minha mãe. A noite parecia longa e custei a pegar no sono.

A seis horas da manha acordo para ir até a rodoviária de Rosário onde pegaríamos um ônibus e em quatro horas chegaríamos a Buenos Aires. A rodoviária não bem normal, lojinhas, bancas, cafés e uma zona de gente indo pra lá e pra cá. Às oito horas embarcamos sem maiores problemas, um ônibus novo e confortável com apenas três colunas de cadeiras, uma na direita e duas à esquerda, e com um bom espaçamento entre as fileiras, e o melhor um apoio de braço para cada poltrona (risos), e para finalizar ganhamos um lanchinho para a viagem, e tudo isso à sessenta e oito pesos.

Agora chega de cidade organizadinha e calma, chegamos em Buenos Aires pela região do porto, uma zona um poço caótica e não tão bonita como as áreas turísticas. Da rodoviária até o departamento (apartamento) levamos uns quinze minutos de taxi, alias vale a pena muito pegar taxi nesta cidade, mas mesmo assim é bom você conhecer um pouco o mapa cidade e pagar o taxi já com as notas mais certinhas, sem notas grandes.

Parada rápida no apartamento, seguimos para comer, e infelizmente tivemos uma escolha infeliz, mas tudo bem passou já foi. Eu estava um pouco desanimado tudo parecia que íamos dar uma volta nas lojas e voltar para o apartamento, mas minha mãe foi insistente e no susto pegamos um taxi e fomos para a Ricoleta, aonde iríamos ao Museu de Belas Artes de Buenos Aires, enquanto isso caia uma fina chuvinha que não molhava ninguém, e até era boa porque o calor estava de matar.

Descemos bem em frente ao Buenos Aires Design, um shopping de objetos de design e decoração, e onde fica o Hard Rock Café, isso já me anima um pouco mais, pois queria ter visitado este lugar na outra vez que vim.

Made in China manda! Design tudo feito na china, bom se é pra comprar produto chinês compro no Brasil, nada de compras de coisas estilosas por enquanto, e ainda mais que tudo muito caro, coisa pra turista.

A chuva aumenta um pouco, mas ainda sim tínhamos que ir ao local que minha mão queria ver, o museu. Em uma entrada grandiosa de uma construção avermelhada, adentramos no MNBA, minha mãe neste momento entra em estado hipnótico como uma criança num parque de diversões, no primeiro andar ela se emociona ao poder ver de perto obras de Monet, Hambrant, Van Goth, entre outros tantos artistas que ela admira muito, chego a ver lagrimas os olhos dela, ela olha de um lado a outro sem parar, mas admira cada obra em todos seus detalhes. Estava quase saindo, eu já cansado de caminhar, minha mãe acha no segundo andar mais obras, agora de artistas Argentinos.

Tudo isso se passou e eu estava com so uma chateação, havia saído de casa sem minha câmera fotográfica, que raiva, terei que amanha ir lá novamente só para tirar fotos de novo.

Estou eu aqui novamente escrevendo este texto sem internet, sem me comunicar, sem ler meus emails.